Verão chegando… vamos para a praia?

Férias, verão chegando. Hora de aproveitar os dias de calor com muita praia e sol. Nesta época tão aguardada por todos, percebemos que temos mais de 7.000 km de praias no país e ainda são poucas as ofertas de balneários com acessibilidade voltada ao uso por pessoas com necessidades especiais.

Vamos ver alguns destinos, em várias regiões do Brasil, que contam não somente com as conhecidas rampas de acesso e cadeiras anfíbias mas também com treinamento para a equipe de bombeiros salva-vidas e experiências especiais envolvendo familiares, que tornam o momento junto ao mar ainda mais gratificante para todos.

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“Pulseira” para pessoas com epilepsia avisa familiares caso o usuário convulsione

SIMMMM!!! Tecnologias novas para ajudar a salvar vidas, quão bom é isso?

Na onda dos wearables, dispositivos “vestíveis”, como o Google Glass por exemplo, chega o Embrace, um relógio bonito e elegante, mas que antes disso terá uma função primordial na vida de muitas pessoas: ele pode detectar um ataque epiléptico ou uma convulsão e pedir socorro instantâneo.

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Atenção Odontológica Domiciliar

Como anda a saúde bucal de nossos pacientes com deficiência?

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Da mais tenra infância até uma idade mais avançada, os pacientes com deficiência, ou “pacientes com necessidades especiais” como também são denominados precisam de cuidados multidisciplinares, com a participação médica, e de áreas de saúde como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, entre outras… Continue lendo

Parques adaptados em São Paulo

Em 03 de fevereiro de 2016, foi aprovada em São Paulo, a Lei número 16387 (Projeto de Lei número 225/11, dos Vereadores David Soares – PSD e Toninho Paiva – PR) que determina a disponibilização de brinquedos adaptados ao uso de crianças com deficiência em parques e áreas de lazer infantil, públicos e privados.

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A norma exige que os brinquedos deverão estar de acordo com as normas de segurança do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para facilitar o acesso dos deficientes físicos. Nos locais com brinquedos adaptados deverão ser afixadas placas indicativas com a informação: “Entretenimento infantil adaptado para integração de crianças com e sem deficiência”.

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Além dessa Lei, existe também o projeto Anna Laura Parques para Todos, que disponibiliza espaços estruturados, com diversos recursos lúdicos para que crianças com ou sem deficiência, compartilhem as mesmas experiências.

Esse projeto foi idealizado em 2012 por Rudi Fischer e sua esposa Cláudia Petlik, após perderem a filha de três anos em um acidente de carro.

Isso é a inclusão, para que crianças, com ou sem deficiência, consigam brincar juntas! É importante lembrar que é através do brincar que a criança aprende e leva esses aprendizados para o resto das suas vidas!

Parques Adaptados em São Paulo/SP:

Parque da Juventude

Avenida Cruzeiro do Sul, 2630
Santana – São Paulo – SP
Aberto ao público, todos os dias, das 06h00 às 18h00

Parque da Mooca, AACD

Rua Taquari 549.
Aberto ao público segundas, quartas e sextas das 10h00 às 12h00 e terças e quintas das 15h00 às 17h00, chave com administração.

Parque do Cordeiro, Prefeitura de São Paulo

Rua Breves 968, Chácara Monte Alegre
Aberto ao público das 07h00 às 18h00 todos os dias. Acesso livre.

 

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O atendimento domiciliar

O atendimento domiciliar (também conhecido como home care) teve seu primeiro relato mundial no Egito Antigo (século XIII a. C.) e no Brasil, começou em 1940. É o atendimento que é realizado na casa do paciente.  Esse atendimento mantém os mesmos padrões de qualidade daqueles realizados em clinicas/instituições.

O atendimento pode ser realizado por apenas um profissional por vez ou o atendimento em conjunto (dois profissionais ao mesmo tempo, exemplo fisioterapia + terapia ocupacional) e também pode ser realizadas reuniões em equipe (com todos os profissionais que atendem o paciente) para discussão do caso.
Home care

E ainda existem algumas vantagens na realização do atendimento domiciliar, como: o profissional estar dentro do contexto social/emocional do paciente, realizar as terapias em sua própria casa, evitar gasto energético com deslocamentos, conseguindo assim melhor rendimento na terapia, flexibilidade de horário, atendimento personalizado, utilização dos objetos do próprio paciente quando necessário, facilidade para adequações na casa e na rotina do paciente, melhor interação e participação da família/cuidador, entre outras.

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